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Saiba tudo para escolher a melhor plataforma de e-commerce!

Rafael Campos23 de janeiro de 2017
Saiba tudo para escolher a melhor plataforma de e-commerce!

Quando você já trabalha com lojas virtuais ou deseja levar o seu empreendimento físico para o universo online, uma das principais pautas do seu planejamento deve ser a escolha da melhor plataforma de e-commerce para o seu negócio.

Mas o fato é que não existe a melhor plataforma, pelo menos não a melhor plataforma para todo mundo. Existe sim a melhor plataforma para o seu momento como lojista, aquela que irá unir diversas análises e te dará o melhor custo benefício.

Em uma pesquisa encomendada pelo próprio Google, as expectativas de crescimento do e-commerce para os próximos 5 anos são de atraentes 12,4% ao ano. Se por um lado isso significa maior segurança de investimento nesse mercado, por outro, também significa aumento da concorrência. Portanto, quem já está no meio tem que focar em um aspecto principal: conversão.

Gastar um tempo com pesquisa para escolher a melhor plataforma de e-commerce vale a pena, pois a qualidade dela, juntamente do conteúdo do seu site, é um elemento-chave que está diretamente relacionado às taxas de conversão da sua empresa.

Para facilitar esse trabalho, apresentamos um verdadeiro guia sobre tudo o que você precisa saber para escolher a melhor plataforma de e-commerce para o seu negócio e permanecer à frente da concorrência.

Se você preferir, baixe agora o nosso E-Book: Como escolher a melhor plataforma de e-commerce que foi o conteúdo original e completo, onde detalhamos todos os pontos desse artigo.

Confira!

Da mesma forma que uma loja física, um e-commerce precisa de uma vitrine para deixar expostos seus produtos à venda. Precisa também de um estoque, de um caixa, de gestão, de logística, de planejamento… A função de uma plataforma de e-commerce é justamente esta: substituir os tijolos de uma loja física por um ambiente equivalente no mundo digital.

De maneira simples, uma plataforma de varejo online é um conjunto de tecnologias digitais que permitem ao comerciante construir e hospedar uma vitrine virtual, de modo a apresentar ao público uma série de produtos ou serviços.

Mas o que torna uma plataforma "melhor" do que a outras é uma só: qual é a plataforma que te permite aumentar mais a sua conversão, melhorar o custo agregado e rentabilizar mais o seu e-commerce? Essa deve ser a sua preocupação.

Uma plataforma de e-commerce se divide em duas partes principais: front-end e back-end. Esses são termos usados para caracterizar as interfaces da plataforma e a forma como elas interagem com o usuário:

- Front-end: é a aplicação com a qual o usuário interage diretamente. Isto é, aquela interface da sua loja que fica visível para o consumidor (quando ele navega pelo site, escolhe os produtos, coloca-os no carrinho e finaliza os pedidos). - Back-end: essa interface serve indiretamente como suporte para os serviços do front-end. É a parte que o usuário não vê, mas é na qual realmente funciona todo o processo por parte do comerciante, inclusive os mecanismos de gestão.

Não se pode falar de plataforma de e-commerce sem deixar de mencionar os diversos tipos que existem para esse fim, cada uma com recursos próprios e dedicada a um modelo diferente de negócio.

Há diferentes tipos de plataformas disponíveis no mercado, e saber escolher a mais adequada ao seu negócio é um fator-chave, especialmente relacionando-se às métricas de conversão — elemento essencial para um e-commerce bem-sucedido.

Quando segmentados pelo modelo de licenciamento, podemos classificar 3 tipos principais. Se você quiser conhecer mais esses diferentes tipos, acesse nosso E-Book: Os tipos de plataforma.

O tipo de plataforma Open Source (código aberto) é aquele que você faz o download de um software gratuito e o instala por meio de um fornecedor contratado para executar os serviços técnicos.

Por isso, esse tipo de plataforma é conhecida como gratuita pois para a aquisição do código não é necessário investimento financeiro. Mas para instalação e preparação dos servidores, você precisará de algum técnico ou empresa.

Esse modelo é adequado para quem deseja ter controle sobre absolutamente tudo, incluindo a hospedagem. Porém, quando se adota o modelo Open Source, o e-commerce se torna proprietário da tecnologia, sendo dele a responsabilidade exclusivamente de investir em melhorias, segurança, servidores etc.

Esse é o trade-off do modelo: ter controle e ser dono do código fonte gera um grande custo interno ao se criar uma área de tecnologia.

Ao contrário do Open Source, em uma plataforma On-Premises você precisa adquirir uma licença de uso do código. Grandes empresas de desenvolvimento de software trabalham com esse modelo.

Depois do investimento inicial da compra de uma licença de uso do sistema, o On-Premises será bem parecido com o Open Source. Será necessário realizar customizações, preparar os servidores e fazer a instalação.

Depois de lançada a loja, é responsabilidade da empresa todo o investimento de manutenção e pequenas evoluções. Nesse modelo, por haver o pagamento da licença, o lojista terá direito a novas versões que geralmente são lançadas todo ano ou a cada 2 anos.

Por ser responsável pela tecnologia, os custos do dia-a-dia da operação podem ser muito elevados assim como o Open Source.

O modelo de Software as a Service é o oposto dos modelos acima. Nele, você aluga diversos serviços como evolução, correções de bugs, manutenção, servidores e suporte diretamente do fornecedor. Por isso o nome software como serviço.

Esse é um modelo que está muito presente em nossas vidas, mas é pouco percebido. O GMail, Facebook, Spotify, Apple Music, Dropbox, etc todos esses são tecnologias no modelo SaaS. Em alguns, ele pode ser gratuito até um determinado ponto e depois se torna pago.

Ao se tornar pago, em geral as empresas cobram um valor conforme o volume de vendas, o revenue share. Em primeiro momento esse modelo pode ser ruim pois você estará eternamente preso ao fornecedor, porém, quando analisamos a quantidade de serviços prestados na mensalidade, vemos que gastaríamos muito mais se tentássemos desenvolver tudo por conta própria.

Uma pesquisa da Connected Life aponta que 74% dos brasileiros fazem pesquisas antes de realizar uma compra na internet. Portanto, certificar-se de que seus produtos podem ser encontrados facilmente em motores de busca como o Google pode ser a diferença entre o sucesso e