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Por que você precisa abrir seu e-commerce e como chegar lá

Heidi Georg
Heidi
18 ago 2016
Reading Time: 5 min

Em um ano de grande instabilidade econômica e política no Brasil, o comércio eletrônico continua apresentando taxas de crescimento muito superiores ao varejo tradicional.

De acordo com os dados do IBGE, o chamado varejo restrito – que exclui veículos, materiais de construção e combustíveis – registrou queda de 4% em 2015.

Em contra partida, o e-commerce brasileiro movimentou mais de R$41 bilhões no ano passado, valor esse que representa um aumento nominal de 15,3% se comparado a 2014, segundo dados do Webshoppers – relatório do grupo Buscapé que monitora o desenvolvimento do e-commerce no Brasil.

Para o ano de 2016, mesmo com toda a crise que nos rodeia, o comércio eletrônico deve crescer 8%, enquanto o varejo tradicional teve retração de 10% em julho, no mesmo período.

Além disso, o volume de pedidos online não para de crescer – tendo registrado um aumento de 3% em 2015. Se analisarmos as vendas totais do país em termos de varejo restrito, o comércio eletrônico já responde por 3,3% desse montante.

A criação da grande maioria das lojas virtuais começa no balcão da loja física. Apesar do número cada vez maior de empresas que já nascem na internet, o movimento natural do varejo ainda parte do físico para o virtual.

Segundo a BigData Corp, o número de lojas virtuais cresceu 21.5% e alcançou o incrível número de mais de 10 milhões de lojas. Isso já representa mais de 3% de todos os sites brasileiros.

As empresas que compõem o ecossistema de negócios voltados para o e-commerce se renovam e criam tecnologias cada vez mais adequadas ao perfil do consumidor virtual, que vive em constante ebulição.

A popularização do marketplace e a criação de plataformas de e-commerce cada vez adequadas às necessidades do consumidor virtual ajudam a reforçar a supremacia crescente da loja virtual sobre a loja física.

Dentre as inúmeras vantagens que a internet oferece como canal de vendas, podemos destacar:

  1. alcance infinitamente superior do público alvo;
  2. fortalecimento da marca;
  3. possibilidade de crescimento escalado;
  4. facilidade de segmentação e mensuração de resultados nas campanhas de marketing;
  5. o baixo investimento inicial.

Se você quer conhecer mais sobre os benefícios da plataforma VTEX, veja esse artigo com os 10 principais motivos.

Se quisermos sintetizar tudo isso, podemos eleger dois fatores como fundamentais para explicar a superioridade da internet como canal de vendas: velocidade e acessibilidade.

Pela internet, o consumidor tem acesso rápido a inúmeras marcas e produtos. Antes de decidir pela compra, ele pode comparar preços e condições de pagamento. Pode conhecer os produtos de empresas localizadas a muitas milhas de distância sem se deslocar, enfrentar trânsito, filas de estacionamento ou aglomerações.

Podendo também ter acesso às descrições e detalhes técnicos dos produtos, e ainda, comparar vários modelos na própria loja e escolher o mais adequado à sua necessidade, sem a intervenção de atendentes nem sempre preparados.

Isso tudo a qualquer hora do dia ou da noite. Ele pode inclusive navegar pela loja de madrugada, quando as crianças estão dormindo, o que torna a experiência de compra muito mais tranquila e aprimora seu poder de decisão.

Além disso, ele conta com as opiniões de outros consumidores para impulsionar sua escolha. Empresas e consumidores virtuais lucram cada vez mais com a chamada prova social, que tem o papel de gerar credibilidade e criar relacionamento, potencializando as transações.

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Os gestores, por sua vez, têm acesso rápido à reação dos consumidores frente ao mix de produtos, marcas e promoções, o que acarreta na tomada de decisão infinitamente mais rápida e acertada, graças à velocidade de mensuração e análise de KPIs, os indicadores de resultados das ações de marketing.

Colabora também para o sucesso da loja virtual a inexistência de prateleiras físicas, o que por um lado, facilita exponencialmente a diversificação do mix de produtos da loja, uma vez que não há limites para a exposição – favorecendo o trabalho do gestor.

Por outro lado, proporciona ao consumidor uma experiência de compra altamente agradável e eficiente, já que basta digitar o que ele está buscando para acessar rapidamente todos os produtos disponíveis, devidamente categorizados em seus departamentos e marcas.

Nada de se deslocar por corredores intermináveis, nada de prateleiras abarrotadas, nada de vendedores indisponíveis ou despreparados.

As transações no e-commerce contam com meios de pagamento eficazes, e é cada vez mais comum que sejam realizadas por checkout transparente, onde o consumidor efetua a operação sem sair do ambiente da loja e recebe rapidamente a confirmação em seu e-mail.

A VTEX por exemplo utiliza o VTEX Smartcheckout, uma patente global que facilita ainda mais o facilita o processo de compra. Com esse inovador sistema, não há login, senha, todo o processo acontece em apenas uma página e há armazenamento de dados de cartão para compras futuras.

Nada de filas no caixa, nada de máquinas sem sinal de internet ou erros na leitura do cartão. Sabemos que o potencial do e-commerce brasileiro e latino americano ainda é precariamente explorado, justamente pela imaturidade dos pequenos e médios lojistas, cuja formação acadêmica e cultura empresarial estão tradicionalmente enraizadas no modelo do varejo físico.

O empresário ainda sabe muito pouco ou quase nada sobre o vasto ecossistema de negócios que alimenta uma operação de e-commerce. Ele quer se expandir, mas tem medo de investir em uma área que não domina. A verdade é que ele não sabe nem mesmo por onde começar.

Ao decidir montar sua loja virtual, é muito importante que ele se baseie nos três pilares que lhe garantirão uma estrutura básica de sucesso: Consultoria de e-commerce, Plataforma e Parceiro de Implantação.

A orientação da consultoria de e-commerce aponta o caminho mais curto e acertado até o go live – o chamado lançamento da loja na internet – e a posterior sobrevivência no ambiente virtual, frente a um mercado ainda desconhecido por esse lojista.

A escolha acertada da plataforma de e-commerce garante solidez e modernidade nas operações, através de uma estrutura preparada para SEO, integração com o ERP – o sistema de gestão da loja, além de outras inúmeras ferramentas facilitadoras de performance, meios de pagamento e canais de atendimento.

O parceiro de implantação se encarrega de desenhar a interface que será utilizada pelo consumidor, respeitando a identidade da empresa e o perfil do seu público, e providenciando o completo aproveitamento de funcionalidades da plataforma, valendo-se das cada vez mais festejadas estratégias de usabilidade.

É claro que o lojista também precisa considerar a importância do seu próprio papel no processo de criação da loja virtual. A uniformidade das regras de negócios entre o mundo físico e virtual transmitirá ao público a ideia de empresa grande e organizada.

Por isso, todas as políticas de troca e devolução, pagamento, segurança, bem como a história e valores da empresa devem estar acessíveis nas páginas institucionais da loja virtual. Tudo isso será absorvido também na postura de atendimento ao consumidor.

O papel de transferir para a operação de e-commerce todo o DNA da sua empresa cabe ao lojista. Trata-se de material ligado à cultura empresarial – algo que ninguém além dele poderá prover. Iniciar uma operação de vendas na internet e alcançar sucesso com o e-commerce não é uma tarefa simples.

Mas é perfeitamente possível quando se tem disciplina, quando se busca as fontes de conhecimento necessárias e principalmente quando se faz um planejamento consciente do negócio. Trata-se de uma decisão cada vez mais necessária e mandatória no papel de gestor do empresário moderno.