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Minhas primeiras duas semanas de VTEX

Júlia Alvite
Júlia Alvite May 18, 2021
Minhas primeiras duas semanas de VTEX

Compartilhamento. Companheirismo. Compaixão. Essas são as três palavras que resumem minhas duas primeiras semanas de VTEX. Não é à toa que essas expressões possuem como semelhança o prefixo ‘com’, que vem do latim no significado de ‘junto de’. Aqui na VTEX, minhas horas de trabalho são recheadas de liberdade e de independência, mas jamais são solitárias. Todo o conhecimento é compartilhado, todas as pessoas do time têm alma companheira e toda a equipe é reinada pela compaixão.

Quando comecei a fazer parte desse reino do commerce me dei conta de que é possível encontrar uma empresa humanizada, com uma cultura chave para o seu bem-estar, mas também estruturada, com as ferramentas necessárias para fornecer boas oportunidades para a sua carreira.

Inclusive, em relação às boas oportunidades, foi notório o quanto a palavra desafio é levada a sério aqui na VTEX. Somos encorajados a sermos nossos próprios gestores e comandarmos nossos projetos por meio da estratégia que acharmos mais conveniente. Então, além de termos como desafio esses nossos projetos, ainda temos a responsabilidade que envolve toda a tomada de decisão durante esse processo. Tem presente melhor para quem quer crescer significativamente de maneira rápida?

Como foi meu processo até entrar na VTEX?

Definitivamente, nunca imaginei trabalhar em uma área focada em pessoas, pois sempre me entendi como uma pessoa muito tímida, que tinha medo de estar em ambientes com muitas outras ou de se comunicar com desconhecidos. Acredito que quebrei isso aos quatorze anos, quando participei de um projeto inovador na escola, que me inseriu em inúmeros ambientes, participei de campeonatos, cheguei a apresentar a fase internacional do projeto na Austrália! Isso tudo me gerou uma facilidade de comunicação, o que me fez me entender em outros espaços também.

Já na faculdade de Engenharia, entendi que o que me fazia feliz era de fato a dinamicidade que as pessoas traziam aos projetos. Números são na realidade bem exatos e, muitas vezes, previsíveis. Busquei então meu primeiro estágio na área de pessoas e fui trabalhar com Recrutamento & Seleção no varejo. Amei a experiência, mas a parte de mim que amava a tecnologia estava entristecida. Já era conhecida na empresa como pelos projetos que criava e fui apresentada à VTEX por uma ex-colega de trabalho.

Ela contou que seria um sonho para mim trabalhar nessa empresa e eu fiquei com esse comentário na cabeça. Meses depois, uma outra ex-colega começou a estagiar na VTEX e entrou em contato comigo dizendo que eu amaria trabalhar lá. Na primeira vez que me falaram do unicórnio rosa achei força do acaso, mas na segunda entendi que não poderia ser mera coincidência. Será mesmo que minha fome por tecnologia e inovação seriam saciados?

Pesquisando sobre a empresa fiquei envergonhada de nunca ter ouvido seu nome. Ela se encaixava em todos os requisitos que eu buscava: uma multinacional renomada, com uma cultura visionária, um core de tech e um ótimo lugar para construir um futuro. Olhei todas as vagas abertas e encontrei uma de Talent Acquisition!

Me inscrevi, e na primeira fase do processo, fiz um teste de raciocínio lógico e fui aprovada para a primeira etapa de entrevistas: um papo sobre minhas experiências com a recrutadora. Não deu nem tempo de ficar nervosa porque essa entrevista foi realmente bem rápida. Foram 20 minutos falando sobre o meu currículo, mas que passaram voando. E com certeza queria ter falado bem mais!

E então, a felicidade bateu na porta de novo porque tinha passado para a fase de desafio técnico. Fiz um case sobre o desafio de contratar Engenheiros de Software e coloquei ali muito mais ideias e soluções do que a empresa propunha. Quis realmente mostrar minha versatilidade e minha visão para a área. Apresentei para duas recrutadoras e elas me fizeram muitas perguntas sobre diversidade e estratégias de contratação. Nesse momento me senti mais desafiada, mas estava segura do material que tinha preparado e da pesquisa que tinha feito.

Mais um feedback chegou na minha caixa de entrada: a aprovação para a entrevista com a Chief People Officer. Nessa fase eu tive que controlar o nervosismo. Já tinha fechado dezenas de vagas na minha carreira, mas estive sempre na cadeira da entrevistadora. Não fazia nem ideia do que uma CPO poderia me perguntar.

O Google foi então meu melhor amigo nessa etapa e fiz milhares de pesquisas do que as lideranças esperam de novas contratações, de uma maneira geral. A entrevista correu bem e foi muito mais tranquila do que imaginava. Fui com a expectativa de ser pressionada e ter uma enxurrada de perguntas difíceis, mas me senti mais uma vez somente batendo um papo com pessoas receptivas e simpáticas.

Depois, fui surpreendida com mais uma etapa, e essa a final, do processo: a entrevista Bar Raiser. Nunca nem tinha ouvido essa expressão e novamente a internet foi minha aliada para me preparar. Fiz a entrevista com o coração na mão porque não queria ser eliminada no final da caminhada. Famoso morrer na praia, certo? Uma semana se passou e recebi uma ligação da recrutadora que era responsável pela minha vaga. Com muito carinho ela foi me passando detalhadamente o feedback que todos os entrevistadores haviam me dado em todas as etapas, positivos e negativos. Perguntou se eu concordava e, após uma conversa proveitosa, me deu a notícia que mais esperava: a aprovação na VTEX. Foram mil pulos de alegria no quarto de casa com o telefone na mão!

Nas minhas primeiras semanas de casa, o maior presente foi ter vivido a experiência de empresa que de fato me venderam no processo seletivo. As qualidades e defeitos que me apresentaram eram realidade. Foi uma sensação aliviadora ter tomado a decisão certa e concisa com todos os itens que construíram a minha expectativa.

Durante minha pequena carreira de recrutadora, fiz vários benchmarks e 99,99% das empresas se vendiam como o melhor lugar para se trabalhar na Terra. Claramente uma falácia para muitas, afinal não teríamos trabalhadores infelizes em um mundo dessa maneira. Mas, na VTEX foi outra realidade. Os entrevistadores eram sinceros quando perguntava sobre os pontos negativos da empresa e questões a serem melhoradas. Para mim, essa sinceridade representava a confiança de que, acima das limitações que todos os lugares fatalmente possuíam, a VTEX nutria seus funcionários a ponto deles falarem sobre seus problemas sem acabar com o engajamento.

Acredito que, nesses momentos, eu tenha feito um grande paralelo com a Júlia da infância e da robótica. Eu tinha uma limitação de fala, mas não queria que me impedisse de crescer ou de competir. Muito pelo contrário, lutei para me tornar uma pessoa comunicativa e extrovertida, pois entendi que dessa maneira poderia alcançar meus sonhos com mais facilidade. E é exatamente dessa forma que trabalhamos na VTEX: colocando toda a nossa energia no alcance dos nossos sonhos pessoais, profissionais e empresariais; sempre compreendendo que cada indivíduo é uma receita feita de ingredientes bons e outros nem tão bons assim.

Entrar na VTEX foi, por fim, ganhar o alimento que nutre minha transformação e fomenta meus desejos.

E você, já começou a trilha para o seu futuro extraordinário e transformador em 2021?

careers.vtex.com

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